19/09/2006
Denise Rangel 19 de setembro 2006
A Avenida Atlântica, no bairro Cavaleiros, num determinado posto, está um verdadeiro “trottoir” a céu aberto, onde meninas, menores, parecem que estão fazendo de lá, ponto prostituição... Atenção autoridades!
Mas o que é que está acontecendo com Macaé, que de uns tempos pra cá, que muitas marquises viraram abrigos de sem teto? Com a palavra...
Um fabricante de brinquedos americano vai lançar a boneca Lady Di, que fala com a própria voz da princesa 25 frases famosas dela, como “eu quero ser a rainha dos corações”, “eu quero fazer coisas boas”... Apenas 10 mil exemplares serão fabricados e, certamente será item de colecionador... Não pela boneca, eu suponho, mas pela gafe do fabricante que cometeu um erro na grafia da palavra Wales, Gales em português e, escreveu “whales”, o que transformou a pobre Diana em “princesa das baleias” e não do país de Gales. Risos.
Essa é para pensar: “Não tenho inveja da maternidade, nem da lactação. Não tenho inveja da adiposidade, nem da menstruação. Só tenho inveja da longevidade e dos orgasmos múltiplos e, dos orgasmos múltiplos”... Trecho da letra da música “Homem”, do novo CD “Ce” de Caetano Veloso.
Miolo de pão: Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu
marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje, quero satisfazer o meu desejo".
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: - Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !
Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.
Tenham uma excelente semana!
Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do senhor: vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e, aquele que sair será o veredicto.
O senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.
Não havia alternativas para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e pressentindo uma vibração aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez?
E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?
- É muito fácil, respondeu o homem. - Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.
Imediatamente o homem foi libertado.
MORAL DA HISTÓRIA
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.
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