14/07/2006
Denise Rangel
14 de julho de 2006
O sucesso da temporada está sendo a Casa Mais, aliás, o povo bo-ni-to, tem feito do local, point para bate-papos interessantes e bem nostálgicos... Na última quarta-feira, algumas mesas num restaurante montado por lá, agitaram... Numa, o arquiteto Jorge José Jardim recebia os mais chegados para uma noite a la Japão e, em outra, o “advogato” João Luiz Viana, as mais alegres... Loloya Rocha, Analúcia Abreu, Denise e Bia Rangel, Taninha Pacheco, Isabella Melsert, Andréa, Luana e Daniela Duque.
Uma galera, amanhã, embarca para Bariloche em busca de momentos frios, risos e, requintados... Nomes? Só no retorno!
Sem religião, mas com muita fé... Um estudo feito em 50 cidades mostrou que mais de 7% dos brasileiros não têm religião. Mas isso não significa falta de fé. Na verdade, apenas 0,5% não têm crença nenhuma. O restante acredita em Deus e busca formas próprias de rezar, seja lendo um livro ou meditando.
Numa pesquisa recente... Tipos de mulheres que espantam os homens (vejam só!): Mulheres muito “mentais”, pouco amorosas, autoritárias, preguiçosas, vulgares e interesseiras (isso espanta qualquer um); obesas, cabelos curtos e muito altas; médicas (porque não têm controle do tempo e são pouco disponíveis para a relação)e advogadas (porque são autoritárias e mandonas) e fumantes... Será?
Aos poucos a nota de R$ 1 (um real) desaparecerá das mãos dos brasileiros. Lançada em junho de 1994, ela trocará de lugar com as moedas de mesmo valor, que estão em circulação. A troca terá que vencer a falta de hábito dos brasileiros com as moedas.
Assentos para obesos... Na hora de pegar o ônibus, os gordinhos precisam aturar olhares incômodos de outros passageiros. Mas isso pode acabar. Já começou a circular, em São Paulo, um ônibus com assento especial para obesos, que mede 86 cm de largura, 26 a mais do que o normal. Por enquanto, os avisos que indicam o uso correto do banco ainda são insuficientes, e a novidade será testada até setembro...
Nossos direitos: Os tribunais de vários estados consideram que os estacionamentos, pagos ou gratuitos, têm a OBRIGAÇÃO de guarda e vigilância sobre os veículos. Em termos jurídicos, isso se chama “culpa in vigilando”, ou seja, culpa pela falha do dever de vigiar.
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