Mensagens - Virgínia Martins

 
 

21/08/2007

A Captura de um Macaco 

A história é muito antiga, mas não
menos curiosa. 

Algumas tribos africanas utilizam
um engenhoso método para 
capturar macacos.

Como estes são muito espertos e
vivem saltando nos galhos mais
altos das árvores, os nativos 
desenvolveram o seguinte 
sistema: pegam uma cumbuca 
de boca estreita e colocam 
dentro dela uma banana.

Em seguida, amarram-na ao tronco
de uma árvore freqüentada por
macacos, afastam-se e esperam.

Após isso, um macaco curioso
desce, olha dentro da cumbuca
e vê a banana.

Enfia sua mão, apanha a fruta, mas
como a boca do recipiente é muito
estreita, ele não consegue
retirar a banana. 

Surge um dilema: se largar a banana,
sua mão sai e ele pode ir embora 
livremente, caso contrário, 
continua preso na armadilha. 

Depois de um tempo, os nativos 
voltam e tranqüilamente capturam
os macacos que teimosamente 
se recusam a largar as bananas.

O final é meio trágico, pois os 
macacos são capturados para
servirem de alimento. 

Você deve estar achando inacreditável
o grau de estupidez dos macacos, 
não é? Afinal, basta largar a banana
e ficar livre do destino de ir para 
a panela. Fácil demais...

O problema deve estar na importância 
exagerada que o macaco atribui à 
banana. Ela já está ali, na sua mão...
Parece ser uma insanidade largá-la.

Essa história é engraçada porque 
muitas vezes fazemos exatamente 
como os macacos. 

Você nunca conheceu alguém que
está totalmente insatisfeito com o
emprego, mas insiste em ficar 
mesmo sabendo que está
cultivando um enfarto? 

Ou alguém que trabalha e não está 
satisfeito com o que faz, e ainda 
assim o faz apenas pelo dinheiro? 

Ou casais com relacionamentos
completamente deteriorados que
permanecem sofrendo, traindo 
e sendo traídos? 

Ou pessoas infelizes por causa de 
decisões antigas, adiando um novo 
caminho que poderia trazer de
volta a alegria de viver? 

Somos ou não somos
como os macacos ? 

A vida é preciosa demais para
trocarmos por uma banana que, 
apesar de estar na nossa mão, 
pode levar-nos direto à panela. 


QUERO PAZ !

Nem que tenha que gritar !

Nem tenha que lutar com 
a arma do Amor e fazer 
soar o tambor pra 
ressoar o meu clamor.

Implorar em pensamento
que se acalme o violento.

Não desarmo a minha fé.

Malho em oração de pé.

Não vou calar, nem desistir.

O mundo tem que ouvir
esta cadeia de oração dos 
pacificadores em união.

Se mais não podemos,
OREMOS !

QUERO PAZ !

Sara Rafael

virginia@azullimao.com.br



























 

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